Mostrar mensagens com a etiqueta família. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta família. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Mobilização pelo (todo) casamento...

Esta semana, na quarta-feira, os católicos franceses mobilizaram-se e promoveram uma jornada de oração pelo casamento.
Até aqui nada de especial, antes pelo contrário. A iniciativa só mereceria todo o aplauso pela importância que a família tem para a Igreja e para a sociedade.
Mas quando se esperava que a preocupação fosse, de facto, a família, toda a atenção dos católicos franceses se centrou no casamento e na preocupação com o anúncio feito pelo Presidente francês, François Hollande de legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a adopção de crianças por esses casais.
O que mais me interroga nestas situações é a preocupação de alguns sectores da Igreja com o que lhe é exterior, com a legítima vontade individual de cada ser humano (as suas opções, escolhas, princípios), principalmente quando estes, mesmo que colidindo com questões dogmáticas da Igreja, não interferem directamente nos princípios e valores. Seria eventualmente preocupante, isso sim, se a permissão do casamento entre pessoas do mesmo sexo se realizasse no seio da Igreja/Religião.
O que entendo que nos deveria preocupar enquanto Igreja, mais do que a condenação das liberdades individuais de cada um dos cidadãos, é a perda de identidade, a falta de capacidade de ser presença viva na sociedade, a ausência de novos processos de evangelização, a defesa da família enquanto estrutura basilar da sociedade.
E os dados são muito claros. Segundo o INE, em 201, registaram-se cerca de 36 mil casamentos (menos 4 mil que em 2010) e destes apenas cerca de 39% (pouco mais de 14 mil) são católicos. Isto quando em 2007 (5 anos atrás) a taxa situava-se bem perto dos 50%.
Isto é que deveria preocupar-nos enquanto Igreja, assim como a taxa de divórcios (dados de 2010) se situar perto dos 3%.
A valorização do papel da família, a sua preservação, a sua promoção deveriam ser uma das preocupações actuais, seja ao nível religioso, seja a nível social.
Mais do que a condenação do que são as escolhas e princípios tomados com a legitimidade da liberdade individual de opção tomadas por quem não comunga dos princípios e dos valores da Igreja.
Há muito cuidado e muita atenção aos problemas que nos rodeiam e muito pouco olhar para dentro das "nossas paredes e realidades".

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Começo...

A primeira mensagem, neste novo espaço, vai para os meus pais. Não só pelo facto de serem os meus pais (dádiva da vida, educação, etc...), mas porque, ao fim de vários anos, voltam a ser o Casal Responsável pelo sector B de Aveiro das Equipas de Nossa Senhora.

A eles o meu desejo de bom trabalho e de sucesso.

Magnificat!